Última hora

Eu descobri um novo significado pra vida.
Mas acho muito cedo ainda pra falar disso.

Ontem, plena segunda feira não tive aula, que pena. Quando eu não tenho aula me planejo pra resolver várias situações pendentes, mas vê se eu resolvo algo? Planejar pode ser mesmo uma merda. Em vez disso, quis ir ao cinema, quis fazer um piquenique com o namorado e quis uma coisa mais que tudo, ficar abraçadinho. Muito bom! O que eu queria mesmo era um final de semana calmo assim.

Tenho uma entrevista amanhã às 14h30, o lugar parece ser bacana, tomara que dê certo.
E sábado tem o Skolbeats, vou ver se ainda tem convite vendendo, tô muito a fim de ir.. pela primeira vez alguém, de fato quer ir comigo! Justice vai tocar, isso eu não posso perder.. já não vou ao show da Madonna..

Tá, tchau, que eu tô atrasada.




É, ice tea. De pêssego.

Aí, eu, outro dia no bar com a Bia e o Diogo…

O garçom vem, Diogo pede uma cerveja, por favor.
- Traz mais um copo pra mim - a Bia fala.
- E você, moça? - pergunta o garçom pra mim.
Hmmm..
- Tem chá? - perguntei.
- Chá, moça?
Diogo rindo: - Chá? Num bar?
- É, chá! Chá gelado, Ice tea?
O garçom se afasta com cara de tédio e traz uma cerveja e três copos pra mesa.
- Moço, eu não tava brincando.. tem Ice tea????
- Não. Só Nestea. - o garçom, intrigado.
- Serve, pode ser.

Bia e Diogo rindo.

Meu, eu não gosto de cerveja, o que vou fazer?
O único dia em que bebo cerveja, é o dia do trote na faculdade. E olhe lá, um copo pra fazer social e matar sede; fevereiro é quente.
Gosto de bebida doce, bebida tem que ser docinha, gostosa, colorida, tchuchuca.. de amarga já chega muita porcaria que acontece na vida.
Aliás, se alguém quiser me servir um drink eu aceito.. ou quiser que eu prepare, também. Só me dá uma coqueteleira de presente.




Em agosto de 2007

(texto de 22 de agosto de 2007, mas que vez ou outra se encaixa no momento presente).

Eu tento fugir dos fatos; eles me perseguem
Corro das sombras do meu passado e elas me seguem
Em um grito de dor eu procuro a felicidade
Porque o paradoxo anterior agora é realidade
Tudo o que eu desejava era o que eu mais temia
Sem lugar para onde ir, tropeçando em tantas vidas
Aquela luz ofuscante que há muito não vejo
Um eco eterno na escuridão do meu desejo
Um doce beijo…
Duas caras, um coração
Uma dúvida insistente, a aflição presente
Uma única certeza a que me agarro
E me amarro, me prendo
Tantas vidas agora sofrendo
Por que corro do que desejei?
Não sei mais o que quero, o que quis
Acho que só queria ser feliz
Vivendo a ilusão de uma vida diferente
Quando o que vivo é o sentido
Meu sentido, o agora
Sempre se, nunca é
Piso na razão, escondo minha fé
O coração é mesmo envergonhado
Se esconde, confunde a cabeça
Se reusa a mostrar o que deseja
Plantaram-se indagações, destruíram-se ilusões
(Ou não)
Mas eu queria viver na ilusão sim
Queria continuar acreditando no eterno e infinito
Queria poder dizer que meu amor é o mais bonito
Hoje tanta coisa mudou…
menos uma.




Não mais ausente no tempo presente

Nunca tanta coisa aconteceu em tão pouco tempo.
Parte de tantas coisas justificam minha enorme ausência disso aqui.. e a outra parte era falta de vontade mesmo. Estou num bloqueio criativo, eu diria, há uns bons meses.. quem sabe anos..? E isso me desanima a escrever, qualquer coisa que seja. No mais eu não ando desanimada não, é só o blog. Fora isso tem estado tudo em ordem: férias merecidas, descanso, saudades, festinhas e quermesses regadas à muito vinho quente (que frio!) e maçã do amor lógico, e a perspectiva de um segundo semestre bastante conturbado em todos os sentidos. TODOS.




Prefiro os amigos que posso abraçar

Nunca tive uma amizade virtual sólida.
Na verdade nunca tive uma AMIZADE virtual.
Existem algumas pessoas que conheço sim só através da internet. Trocamos scraps, e-mails e alguns comentários bobos no fotolog. Mas eu não chamaria isso de amizade.

A amizade é amor.
É querer estar junto, é compartilhar, e acima de tudo confiar. Sem confiança não existe amizade. E hoje em dia tá uma tarefa de Hércules confiar no ser humano, ainda mais em um que só se conhece através da tela do computador. Não estou dizendo que não dá para ter relações virtuais duradouras e verdadeiras, eu não saberia dizer, nunca tive. É porque eu prefiro as pessoas de carne e osso. Aquela que dá pra abraçar, beijar, sentir…
Tudo depende de como você encara a amizade e o quanto ela significa na tua vida. Os meus amigos são a própria.


Um amigo se faz rapidamente; já a amizade é um fruto que amadurece lentamente.
(Aristóteles)